Entre a excelência clínica e a falta de preparo prático: os limites da formação médica tradicional. Uma análise a partir da trajetória do médico Tiago Macruz

A medicina brasileira é amplamente reconhecida por sua excelência clínica e rigor científico. No entanto, tem sido cada vez mais questionada quando o tema é o preparo dos médicos para os desafios reais da profissão, especialmente em áreas como gestão, liderança e atuação em ambientes complexos e de alta exigência operacional. A trajetória do médico anestesiologista Tiago de Almeida Macruz, com atuação internacional e forte foco no desenvolvimento de lideranças, ilustra de forma clara essa lacuna e aponta caminhos possíveis para o futuro da formação médica.

Saúde emocional de mulheres e famílias exige retorno ao essencial, alerta Renata Machado Tottola

A saúde emocional de mulheres e famílias brasileiras atravessa um momento delicado. Dados recentes mostram que a maioria dos diagnósticos de ansiedade e depressão no país recai sobre mulheres, cenário que se intensificou após a pandemia da COVID-19. O aumento dos quadros emocionais não aponta apenas para um problema clínico, mas revela um esgotamento mais profundo, ligado à forma como a mulher moderna tem vivido, se organizado e ocupado seus lugares dentro da família e da sociedade.

Da Antiguidade à Inteligência Artificial: Dra. Akanksha Baheti simboliza o futuro da odontologia moderna

A história da odontologia é marcada por uma profunda transformação ao longo dos séculos. Desde práticas rudimentares e, muitas vezes, dolorosas na Antiguidade até a consolidação de uma ciência altamente tecnológica no século XXI, o cuidado com a saúde bucal evoluiu de forma contínua e acelerada. Registros históricos indicam que as primeiras intervenções odontológicas datam de cerca de 7 mil a.C., na Índia, e de 3500 a.C., no Egito, quando artefatos primitivos eram utilizados para extrações e misturas de ervas compunham os cuidados básicos de higiene bucal.